Durante muitos anos, o local onde os dados estavam armazenados parecia uma decisão puramente tecnológica. Para muitas empresas, bastava que o sistema funcionasse.
Esse cenário mudou.
Hoje, controle sobre dados envolve risco operacional, privacidade, regulação, continuidade de negócios e dependência geopolítica.
O risco invisível
Quando dados essenciais estão totalmente fora do domínio da organização, surgem perguntas relevantes: quem controla a disponibilidade, sob qual jurisdição estão armazenados, como reagir em crises externas e se existe contingência real.
O novo pensamento executivo
Dados não são apenas arquivos. Dados representam operação, receita, relacionamento, inteligência e valor empresarial.
Conclusão
Quem trata dados como ativo estratégico precisa tratar infraestrutura como decisão estratégica também.
Samuel David Camilo
Especialista em soberania dos dados, nuvem privada e continuidade operacional para ambientes críticos.
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